19 de Março de 2022

No dia 13 de novembro de 2020 foi exibido no Programa Madeira Viva, da RTP Madeira, uma entrevista com o jovem Daniel Alves, jovem com patologia do neurodesenvolvimento e que gosta de música (canto e composição).

No final da entrevista o jovem canta um original seu.

Entrevista realizada por Xana Abreu

publicado por carinafreitas às 13:35 link do post
07 de Março de 2022

No passado dia 2 de Março foi exibido na RTP-Madeira o episódio número 4 do Documentário " 75 anos do Conservatório", onde tive a oportunidade de participar e deixar o meu testemunho sobre a minha passagem como aluna.

 

Aqui fica o link para o episódio:

https://www.rtp.pt/play/p9071/e602225/75-anos-de-conservatorio

 

Link para Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=3mB__-9E9Po

 

publicado por carinafreitas às 09:59 link do post
24 de Fevereiro de 2022

Novo artigo científico publicado por Carina Freitas, a 23 de fevereiro 2022, na Revista Clinical Child Psychology and Psychiatry (factor de impacto 2.5), desta vez uma revisão sobre musicoterapia em adolescentes com patologia psiquiátrica, um trabalho realizado no âmbito da minha formação em Musicoterapia.

Link para a publicação:

https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/13591045221079161

 

Artigo Musicoterapia_Carina Freitas.jpg

 

publicado por carinafreitas às 10:06 link do post
29 de Janeiro de 2022

A exposição 'Regresso a casa - Antigos alunos em destaque' já está patente na Cafetaria do Conservatório de Música da Madeira, desde o final de janeiro 2022.

No âmbito do prémio recebido na área "Investigação", Carina Freitas está incluída nos Antigos Alunos em destaque!

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publicado por carinafreitas às 10:31 link do post
22 de Janeiro de 2022

Participação na Magazine de Educação Artística - publicada a 19 de janeiro 2022

O MEA II - 8 (Magazine de Educação Artística, série II, n.8 (Janeiro 2022) acaba de ser publicado e encontra-se disponível para visualização. Boas leituras!

 

https://online.fliphtml5.com/kiyhh/npeg/?fbclid=IwAR2MgJ-4ATviUSZud2YrY8XpWHt67BsOBwzIz-3gh48jdf3X2ElXCEOf3wQ#p=1

 

Página 96 e 97

 

Participação na Magazine EA -II - 8 - 19 de Jane

publicado por carinafreitas às 10:18 link do post
31 de Dezembro de 2021

Listagem dos 9 artigos de opinião em 2021, no Jornal da Madeira:

 

2 de janeiro de 2021- "Resoluções de Ano Novo"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/4544/Resolucoes_de_Ano_Novo

 

31 de janeiro de 2021 - "Neurociências da música aplicadas à saúde, educação e performance"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/4627/Neurociencias_da_musica_aplicadas_a_saude_educacao_e_performance?fbclid=IwAR3jwUygN28f_uKqkH3S0opIPZJkVOy3UtWLlZfmAzn9geZ7tNzAFqpSas0

 

27 de fevereiro de 2021 - "Desvinculação em tempos de pandemia"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/4722/Desvinculacao_em_tempos_de_pandemia

 

28 de março de 2021 - "As músicas da nossa vida"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/4808/As_musicas_da_nossa_vida

 

24 de abril de 2021 - "Um testemunho do dia 25 de abril de 1974"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/4895/Um_testemunho_do_dia_25_de_abril_de_1974

 

22 de maio de 2021 - "A importância dos avós"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/4985/A_importancia_dos_avos

 

20 de julho de 2021 - "Ouvir música na adolescência, vital e inevitável"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/5166/Ouvir_musica_na_adolescencia_vital_e_inevitavel

 

13 de agosto de 2021 - "Acreditar na magia da vida"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/5253/Acreditar_na_magia_da_vida

 

11 de setembro de 2021- "Música para a mudança social"

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/5340/Musica_para_a_mudanca_social?fbclid=IwAR0m_8UDUReKPT72nNJq5tC2Vlf5GaeWavu_Uxy8HhQahLcgtbuShxzcEMY

 

publicado por carinafreitas às 15:38 link do post
31 de Dezembro de 2021

Documentários:
Português: O poder terapêutico da música no autismo
https://www.youtube.com/watch?v=otfQXlllkcA&t=0s
 
Inglês: The healing power of music in autism
https://www.youtube.com/watch?v=PeTFZpJoP-w&t=3s
 
Jornal da Madeira:
A Perturbação do Espectro do Autismo e a vacinação

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1012/A_Perturbacao_do_Espectro_do_Autismo_e_a_vacinacao

 

As capacidades musicais dos indivíduos com autismo

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1105/As_capacidades_musicais_dos_individuos_com_autismo

 

O Autismo e a Neurodiversidade 

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/3445/O_Autismo_e_a_Neurodiversidade?fbclid=IwAR0CmpaFUvV1NXcflz160T0LSNL23IClbIfPE21a73lIeC6hrpkxlRy5ohw

 

Relações entre música e autismo

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/2570/Relacoes_entre_a_musica_e_o_autismo?fbclid=IwAR1GHcwovLmpLKI4bo0HjituJiiJ03N8AA5wjcAPx1Y_mHceybYkLaLcC80

 

Síndrome de Asperger

http://www.farmaciadocanico.pt/gca/index.php?id=684

 

O estigma da doença mental

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1458/O_estigma_da_doenca_mental

 

TV:

Canal Saúde Mais

https://saudemais.tv/noticia/23764-muitas-criancas-com-autismo-tem-capacidades-musicais-superiores-carina-freitas-pedopsiquiatra

 

Divulgação: Música, Cérebro e Autismo

https://studio.youtube.com/video/Huh53CKlXkU/edit

 

Carina Freitas
Médica Pedopsiquiatra
 
Visite a página:
publicado por carinafreitas às 15:04 link do post
15 de Agosto de 2021

Deixo aqui o link para o artigo de opinião, publicado a 13 de agosto de 2021 -no Jornal da Madeira

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/5253/Acreditar_na_magia_da_vida

 

ACREDITAR NA MAGIA DA VIDA

A vida é uma contínua surpresa e realizamos, diariamente, cerca de 35 mil decisões. Possuímos o livre arbítrio, mas não sabemos, de antemão, se as nossas escolhas serão as mais acertadas. Por vezes, arriscamos a mudança, num salto de fé, acreditando em nós próprios e que o melhor da vida ainda está por vir. Acreditamos na magia da vida.

Acreditar e esperar um futuro melhor é um desejo perfeitamente normal. Contudo, por vezes, podemos deixarmo-nos levar por pensamentos mágicos, em que acreditamos que os nossos pensamentos, crenças, palavras ou ações podem alterar acontecimentos na realidade externa ou mundo físico.

Nas áreas da psicologia e da antropologia, o pensamento mágico é um raciocínio que atribui correlações entre ações e eventos, sem nenhuma prova empírica. Nesta categoria também se incluem os pensamentos religiosos e supersticiosos. São alguns exemplos: as crenças religiosas (ideia de intervenção divina no universo e na vida humana); a “dança da chuva” (um ritual executado pelos povos indígenas com a finalidade de propiciar chuvas); o uso de amuletos e rituais (para atrair a sorte); e a atribuição de um significado especial às coincidências e sincronias estranhas ou a uma relação entre coisas sem relação aparente.

Historicamente, o pensamento mágico desenvolveu-se a partir do momento em que o Homem adquiriu capacidade de abstração e criatividade. Os nossos antepassados, desde cedo, começaram a tentar arranjar explicações para os fenómenos da natureza (tais como trovoadas, tempestades, sismos) e essas explicações eram de natureza mágica.

Hoje em dia, é normal as crianças entre os 2 e os 7 anos apresentarem pensamento mágico, acreditando em personagens (fada dos dentes, Pai Natal, fantasmas), o que em alguns casos facilita a adaptação ao ambiente externo e também estimula o desenvolvimento da imaginação e da criatividade. Pessoas perfeitamente saudáveis, sem psicopatologia, usam este tipo de pensamento, porque dá sentido ao que não pode ser compreendido e permite-lhes viver com maior serenidade. Em boa verdade, há situações em que o pensamento mágico até é útil: acreditar no efeito de um medicamento (efeito placebo) e sentir melhorias; usar amuletos para aumentar a sensação de controle numa situação difícil, com redução da ansiedade. Claro, que em excesso, o pensamento mágico pode causar disfuncionalidade.

Segundo as neurociências, os pensamentos lógico e mágico são processados pelas mesmas estruturas cerebrais e da mesma forma. Uma possível explicação para esta semelhança esclarece que ambos os pensamentos respondem à mesma necessidade: formar modelos acerca do mundo que nos rodeia. E os dois modelos podem coexistir, de forma pacífica, na mesma pessoa (por exemplo: ser cientista e religioso).

Em conclusão: é normal querer dar um sentido à nossa existência, acreditando na magia da vida, e que “tudo acontece por uma razão”!

publicado por carinafreitas às 08:31 link do post
06 de Agosto de 2021

No passado dia 28 de Julho de 2021, tive a oportunidade de participar no Programa da RTP Madeira "Verão cá dentro" com apresentação de Catarina Fernandes e produção de Sandra Ferreira. Conversámos sobre música na adolescência e música em geral.

 

Aqui fica o link para o programa:

https://www.rtp.pt/play/p9068/e560485/verao-ca-dentro-2021?fbclid=IwAR073L1eZM8tHRBvgjx-WrodwwrWcyAod_oblsDy9hOXW0AjQwdbDAc8DYw

 

Canal Youtube:

 

 

 

publicado por carinafreitas às 16:05 link do post
20 de Julho de 2021

Partilho aqui o artigo de opinião publicado a 17 de julho de 2021 com o tema: "Ouvir música na adolescência: vital e inevitável".

 

Link para o Jornal da Madeira:

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/5166/Ouvir_musica_na_adolescencia_vital_e_inevitavel

 

A adolescência, do latim adolescere, que significa crescer, é um período de profundas transformações (físicas, psicológicas, cognitivas e sociais) em que o ser humano deixa de ser criança e entra na idade adulta. Durante esta transição para a adultícia, os jovens ultrapassam vários desafios no seu desenvolvimento: a progressiva autonomização e diferenciação da sua família, a formação de vínculos com os seus pares e o estabelecimento da sua identidade adulta (sexual, profissional/vocacional).

Segundo o psiquiatra português Daniel Sampaio, “o gosto intenso pela música é um sinal de entrada na adolescência”. De facto, a música faz parte da vida de todos os jovens, sendo que “ouvir música”, é descrita como a atividade de lazer mais comum na adolescência, que ocupa cerca de 4 horas diárias dos jovens. Na verdade, é a etapa da vida em que os seres humanos consomem mais música. Mais, a audição das músicas de preferência de cada indivíduo, ativa circuitos cerebrais associados ao prazer e à recompensa, que promovem a repetição deste comportamento musical.

Seja só ou em grupo, o adolescente relaciona-se com a música por diversas razões: sociais (sensação de pertença a um grupo); psico-emocionais (regulação das emoções, auto-expressão, construção de identidade); cognitivas (aumento da concentração) e espirituais (busca por inspiração).

Nesta etapa da vida, a música estimula a socialização porque aproxima os membros de um grupo, e as preferências musicais, grupos e cantores preferidos dos jovens oferecem modelos de identificação (pelo vestuário, apresentação e comportamento). É através da música que os jovens procuram um meio de se afirmarem na sociedade.

Um estudo português revelou que 92,3% dos adolescentes ouve música todos os dias e quase 91% referiu a influência da mesma no seu estado de espírito. Outra investigação realizada com jovens portugueses mostrou que para 30% deles a música é importante na sua vida, e para outros 50% é mesmo muito importante. Dado que a música a ser ouvida é escolhida em função do estado de ânimo do momento, podemos intuir que a música tem uma função biológica importante, que é facilitar a regulação emocional do ouvinte (promover, modular e conservar emoções).

Segundo um relatório de 2019 da Organização Mundial de Saúde, os problemas de saúde mental afetam 16% dos indivíduos entre os 10 e 19 anos. Para além dos tratamentos convencionais já estabelecidos (psicoterapia e psicofarmacologia), a musicoterapia tem o potencial de complementar os recursos terapêuticos para as psicopatologias mais frequentes na adolescência (problemas emocionais e comportamentais). Os estudos científicos têm demonstrado que as intervenções musicoterapêuticas apresentam benefícios, que permanecem a longo prazo: melhoram a autoestima e a interação social, e diminuem o isolamento social, os sintomas ansiosos e depressivos, seja em jovens em contexto de regime de internamento ou em regime de tratamento ambulatório. De facto, a música é um meio privilegiado de expressar e partilhar emoções. “Onde as palavras falham, a música fala” já escrevia Hans Christian Andersen (1805-1875).

Em conclusão, a música é um estímulo auditivo indissociável do dia-a-dia do adolescente, importante para o seu desenvolvimento psico-emocional e social, e que apresenta efeitos terapêuticos duradouros. Relembro que deve evitar-se ouvir música “alta”, ou seja, com a intensidade (volume) muito elevada, pois é prejudicial à audição.

publicado por carinafreitas às 16:44 link do post
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