24 de Abril de 2019

No dia 23 de abril de 2019, na sede da Direcção de Serviços de Educação Artística e Multimédia DSEAM, teve lugar a apresentação do livro-CD "Fantasia", que é o 5º volume da Coleção "20: poemas, músicas e ilustrações".

Tive o privilégio de apresentar o livro como co-autora de uma das canções integrantes do livro, e em representação dos autores. O evento contou com a presença do Diretor Regional da Educação (Dr. Marco Gomes) e do Diretor do DSEAM (Dr. Virgílio Caldeira).

Na mesma ocasião, foi apresentado o 38º festival da Canção Infantil da Madeira.

Fotografia (Créditos: Jornal da Madeira)

Foto - JMadeira1.jpeg

Marco Gomes, Carina Freitas e Virgílio Caldeira.j

 

Jornal da Madeira - dia 24 de abril 2019- noticia

Capa do Livro - CD Fantasia - 23 Abril 2019.jpg

 

Links para noticias:

https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/14-criancas-disputam-sabado-o-festival-da-cancao-infantil-da-madeira-YG4668414#

https://www.jm-madeira.pt/palcos/ver/60147/Festival_da_Cancao_infantil_ja_produziu_mais_de_500_cancoes_com_fotos

 

Video da RTP Madeira

 

publicado por carinafreitas às 19:52 link do post
21 de Abril de 2019

Citações ao meu trabalho na área das neurociências da música:

 

Diário de Notícias da Madeira

Pela Mestre Patrícia Júlio, musicoterapeuta – dia 3 de março de 2019

“Quando as palavras já não chegam…”

https://www.dnoticias.pt/impressa/hemeroteca/diario-de-noticias/musica-quando-as-palavras-ja-nao-chegam-HM4439966#

 

Programa televisivo “Histórias Clínicas” do Canal Saúde +

Citada pela Prof. Doutora Ana Cristina Vidal- PhD, Fisioterapeuta falando do tema “A música na dor e na reabilitação”

https://www.youtube.com/watch?v=VLQcFvn6u5s

 

Diário de Notícias da Madeira

Pelo Prof. Doutor Robert Andrés, musicólogo – 25 de outubro de 2018

“O segredo do “u” invertido”

https://www.dnoticias.pt/opiniao/artigos/o-segredo-do-u-invertido-EE3868969

 

RTP- Madeira – Antena 1 – com a jornalista Patrícia Casaca – 8 de outubro de 2018

Música ajuda a desenvolver as capacidades motoras

http://www.rtp.pt/madeira/sociedade/msica-ajuda-a-desenvolver-as-capacidades-motoras-_22540?fbclid=IwAR2BuE-cORBrGdLOwwLbzC425YvS3CFEHpdIuMlOD8xStEDoraMPe4RLNqU

 

Jornal da Madeira

Pelo Prof. Doutor Carlos Gonçalves, diretor do Conservatório de Música da Madeira – dia 14 de setembro de 2018

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/463/O_verdadeiro_amor_as_ARTES

 

Agradecimentos públicos como mentora na área da música

Diário de Notícias da Madeira – 16 de julho de 2018

Beatriz Caboz – cantora- vencedora do concurso “Mostra o que vales” do La Vie

https://www.dnoticias.pt/impressa/hemeroteca/diario-de-noticias/beatriz-mostrou-o-que-vale-e-venceu-LC3422836

publicado por carinafreitas às 15:26 link do post
14 de Abril de 2019

Artigo de opinião publicado no Jornal da Madeira a 14 de abril de 2019

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/2371/Aceitar_os_imprevistos_e_a_impermanencia_da_vida 

 

Neste mês de abril, já tinha planeado escrever sobre um outro tema, mas um imprevisto (uma fratura no antebraço esquerdo) motivou uma reflexão, oportuna, sobre os contratempos e desafios da vida moderna. Ainda que, por momentos, tenhamos a ilusão que tudo é previsível e controlado, como dizia Ayrton Senna (1960-1994), piloto brasileiro, “a qualquer momento tudo pode mudar”. Somos frágeis, vulneráveis e mortais.

Segundo o dicionário Priberam da língua portuguesa, imprevisto é algo não previsto, súbito, que surpreende. Tal como o nome indica, é um acontecimento inesperado, que acontece de uma hora para a outra. Pode ser agradável e bem-vindo ou desagradável e indesejado. Em ambos os casos pode alterar o rumo da vida, de forma temporária, ou definitiva.

Quando o imprevisível acontece, em especial as surpresas desagradáveis, e consoante a gravidade, podemos “perder o chão”. Há uma fase inicial de desorientação, dormência e negação da situação. O confronto com a nova realidade revela-se duro. Seguem-se as reações emocionais de: tristeza, choro, medo, zanga; e sentimentos de: frustração, desamparo, vazio, solidão e insegurança. Neste período, é fundamental não se deixar abater pelas circunstâncias, e aceitar o que não podemos mudar. Uma atitude de aceitação autocompassiva é o segredo que nos devolve a paz de espírito.

Uma vez refeitos do tumulto emocional é hora de reagir! Como? Resgatando os nossos melhores recursos internos: uma mente positiva (nutrida por pensamentos otimistas, focada na superação) e uma coragem firme (orientada para a adaptação/recuperação rápida e reconstrução de novos caminhos e soluções). É necessário encarar as mudanças como algo natural da vida e a resiliência humana como uma vantagem biológica. Possuímos este potencial de resistir, reagir e superar os desafios com consistência e flexibilidade. Ultrapassar as adversidades obriga-nos a sair da zona de conforto, e a esclarecer quais são, afinal, as nossas prioridades na vida.

Nem tudo é, aparentemente, negativo. Na verdade, uma situação nova pode esconder uma bênção, uma lição, uma oportunidade de crescimento. É essencial tentar extrair algo positivo de todos os imprevistos. Quem sabe se uma dificuldade poderá despertar uma motivação extra pela conquista de um sonho antigo, e possibilitar ainda mais felicidade e realização? Ainda que não tenhamos a total compreensão dos mistérios da vida, é preciso acreditar que tudo tem uma razão de ser e que “há males que vêm por bem”. Se servir de consolo, numa futura situação semelhante, mais experientes e mais bem preparados, poderemos antecipar e minimizar riscos com mais tranquilidade, pois a “matéria” já foi compreendida e assimilada! Sejamos, por isso, sempre gratos!

Em suma, os imprevistos acontecem a todos, sem exceção e sem aviso. A qualquer momento, o movimento natural, incerto, e incontrolável da vida pode revelar-nos surpresas. O universo tanto nos oferece oportunidades fantásticas de materialização de sonhos há muito desejados, como nos “parte” os ossos, o coração e a alma. Aceitemos, sem resistência e sem apego, o fluxo da impermanência. Aprendamos a fluir e a extrair satisfação e felicidade em todos os momentos da nossa vida. Acredite e mantenha a fé e a esperança no futuro. Sabe porquê? “Porque o melhor ainda está por vir”!

publicado por carinafreitas às 13:46 link do post
18 de Março de 2019

Artigo de opinião publicado no Jornal da Madeira no dia 17 de março de 2019

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/2273/Intuicao_quando_o_coracao_tem_razoes_que_a_propria_razao_desconhece

 

A palavra intuição, deriva do latim intuitione, que significa “olhar para dentro”, contemplar, aceder ao conhecimento que está dentro de nós. Também é designada por sexto sentido, “voz interior”, pressentimento e, até, palpite. É uma capacidade inata, de difícil compreensão, que tem sido estudada, e definida, por várias disciplinas (sociologia, filosofia, psicologia, neurociências, noética) e doutrinas (esoterismo, espiritismo).

A psicologia descreve a intuição como uma forma de raciocínio inconsciente, automática, rápida, evolutivamente antiga e associada ao sistema límbico cerebral (área que processa as emoções). Pode ter diferentes classificações, que incluem o “óbvio” e a “Eureka”! Em todos os casos, ninguém consegue explicar o pensamento utilizado na resolução de um problema, inicialmente, complexo. É um saber, sem saber como! As neurociências descrevem a intuição como uma capacidade rápida de processamento de informação. O nosso cérebro, de forma a ajustar-se às situações, é preditivo, isto é, estabelece previsões, comparando constantemente as novas informações recebidas com os conhecimentos e memórias de experiências passadas. Desta comparação automática e inconsciente, nasce a intuição. Estudos na área da psicofisiologia demonstraram que o coração está, também, envolvido no processamento e descodificação de informações intuitivas. Parece que escutar o palpitar do nosso coração, evoca palpites! “O coração não fala, mas adivinha!”

Se pensarmos bem, cada experiência vivida, sentida e interiorizada, cria a nossa fonte única de sabedoria. É a nossa essência. A pessoa intuitiva usa este capital como uma ferramenta auxiliar de decisão, quer nas pequenas escolhas, quer nos grandes dilemas morais e encruzilhadas da vida. Deste modo, presta atenção ao seu mundo interior, escuta as suas emoções, sentimentos, insights e interpreta as sensações físicas ou “viscerais” (desconforto ou leveza), enquanto reflete nas possibilidades. Confiar na intuição é aceitar o conselho do coração. Será que palpita entusiasmado ou fraqueja desanimado? Uma perceção emocional pode criar a certeza numa escolha! Nada garante que seja a decisão mais acertada, mas é baseada na essência e valores pessoais, e sentida como verdadeira.

O que nos impede de seguir a intuição é o medo (de eventuais mudanças), o viés cultural contra as intuições e a necessidade de uma evidência ou explicação lógica. Por outro lado, a razão, ou raciocínio analítico, é lenta, consciente, controlada e confortável. A razão e a intuição são processos mentais complementares, inseparáveis, que funcionam num equilíbrio dinâmico. E a nossa vida balança nesta eterna, e delicada, dualidade!

Menciono alguns exemplos de profissões que valorizam e treinam a intuição: militares enfrentando, corajosamente, situações de combate; empresários e investidores arriscando palpites em decisões financeiras; cientistas, alguns deles laureados com o prémio Nobel, que confirmam lampejos de inspiração, que motivaram investigações pioneiras. Aliás, a intuição tem sido uma mais-valia no avanço do conhecimento. A Albert Einstein (1879-1955), considerado o maior intuitivo da história, são atribuídas duas frases: “não existe nenhum caminho lógico para a descoberta das leis do Universo - o único caminho é o da intuição” e “a mente intuitiva é um dom sagrado e a mente racional um servo fiel. Criamos uma sociedade que honra o servo e se esqueceu do dom”.

A intuição é um (b)ónus da criação! Todos a temos. Sintonize e confie na sua também! Merece ser feliz!

The balance_Christian Schloe.jpg

Imagem digital "The balance" - Chistian Schloe

publicado por carinafreitas às 01:49 link do post
24 de Fevereiro de 2019

No dia 24 de fevereiro de 2019, domingo, a convite do subdiretor do Diário de Notícias da Madeira, Roberto Ferreira, participei na rubrica Observatório sobre o tema Bullying.

Observatório de 24 de fevereiro de 2019-Carina Fr

 

 

publicado por carinafreitas às 14:19 link do post
17 de Fevereiro de 2019

Artigo de opinião publicado no Jornal da Madeira a 17 de fevereiro de 2019

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/2173/Sera_plagio_coincidencia_ou_criptomnesiaf 

 

Todos os anos, mais ao menos por esta altura, o canal da RTP apresenta as várias canções participantes no Festival da Canção, uma das quais será a grande vencedora, e a representante portuguesa ao Festival Eurovisão da Canção.

A edição do ano passado ficou marcada pela acusação de plágio a Diogo Piçarra, autor, compositor e intérprete do tema “Canção do fim”. Esta criação foi comparada a “Abre os meus olhos”, um cântico da Igreja Universal do Reino de Deus, editado em 1979. Além de negar qualquer intenção de plagiar, o artista ficou surpreendido pela semelhança entre as canções, à qual atribuiu “coincidência divina ou não”. A polémica instalou-se, com peritos musicais a analisarem e a compararem as duas obras. No final, o músico optou pela desistência, na participação na final do Festival, para não “alimentar” mais controvérsia, mas sempre de consciência tranquila.

O plágio é definido como o ato ou efeito de plagiar. É uma cópia ou reprodução, intencional, dissimulada, do todo ou de parte, da obra intelectual alheia, apresentando-a como original. O plagiador assume-se como autor da criação intelectual da obra e usufrui dos direitos de autor. O plágio é, pois, uma violação dos direitos morais e patrimoniais do verdadeiro autor, e implica a realização de uma perícia técnica, para comparação dos elementos comuns entre as obras envolvidas.

Qualquer denúncia de plágio, cria dúvidas acerca da integridade de um autor e compromete, e muito, a sua imagem e carreira. Contudo, em muitos casos, tem sido invocado “plágio inconsciente”, fenómeno cada vez mais estudado nas neurociências.

A criptomnésia (ou memória oculta) foi descrita pela primeira vez por Théodore Flournoy, um professor de psicologia suíço. Este termo é utilizado para descrever o plágio inadvertido, ou não intencional. Nesta situação, uma pessoa cria uma obra, pensando ser original, quando na verdade, já tinha sido exposta à ideia, que ficou armazenada na sua memória, em alguns casos durante anos, mas sem ter essa consciência. A ideia não é reconhecida como uma recordação de experiência passada, mas como uma criação inédita.

Na música, a avaliação do plágio está mais associada à cópia da melodia, apesar da obra musical ser, morfologicamente, a junção organizada de melodia, ritmo e harmonia. Várias canções podem ter a mesma harmonia, mas jamais a mesma melodia. O universo melódico está limitado a 12 sons, e por vezes na simplicidade da criação, podem existir semelhanças com manifestações musicais antigas.

Muitas das músicas plagiadas alcançam sucesso mundial, cuja divulgação internacional permite aos verdadeiros autores reconhecerem a cópia. A resolução destas situações difere consoante a gravidade do plágio e o êxito da canção. Há casos em que o autor aceita que tenha ocorrido uma coincidência. Noutros casos, o lesado avança para ação judicial e consegue que o seu nome seja incluído como coautor da obra plagiada, dividindo o mérito, os direitos e os royalties. Outros, ainda mais raros, conseguem acordos extrajudiciais sigilosos e milionários. A lista dos casos de plágio musical é extensa, e envolve grupos e artistas individuais, internacionais e nacionais.

Em resumo, o plágio é um ato totalmente reprovável, que mancha a credibilidade de um autor. Contudo, antes de formularmos qualquer juízo de valor, importa compreender, à luz dos novos conhecimentos neurocientíficos, que existem mecanismos inconscientes da memória que atraiçoam as melhores mentes criadoras.

publicado por carinafreitas às 01:53 link do post
09 de Fevereiro de 2019

No dia 7 de fevereiro, foi realizada a gravação, no estúdio do DSEAM, da canção "Brincar ao faz de conta" para o CD do 38º Festival da Canção Infantil da Madeira.

Com letra de Eva Lara Falcão, e música de Carina Freitas. O festival irá realizar-se no dia 27 de abril de 2019.

Agradecemos à Carolina Caires, autora e compositora pelo empenho e dedicação em preparar a solista para as gravações e festival.

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publicado por carinafreitas às 16:44 link do post
02 de Fevereiro de 2019

No dia 1 de fevereiro de 2019, a jornalista Laura Leon publicou a entrevista realizada à margem da apresentação da conferência "Música, Cérebro e Autimo". Com depoimentos meus e da musicoterapeuta e psicomotricista Dra. Sara Teixeira.

 

Link para edição online:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/a-musica-e-um-estimulo-que-motiva-e-interessa-criancas-com-perturbacao-do-autismo-415085?fbclid=IwAR2A9tF-0LoQ5Wt_Av3HBoYvNscm98ptKxb0sZZ5syFVNg1OzYhciEOHJts#.XHjXDg5jj7c.facebook

 

artigo-musicoterapia.jpg

 

 

 

publicado por carinafreitas às 16:48 link do post
23 de Janeiro de 2019

Artigo de opinião publicado no Jornal da Madeira no dia 22 de janeiro de2019

Link:

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/2091/Programas_de_prescricao_social_uma_revolucao_na_saude

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde, desde 1948, como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”. Esta definição apela a um olhar holístico da pessoa, aceitando-a como um todo.

Contudo, apesar dos avanços diagnósticos e terapêuticos, os profissionais de saúde confrontam-se, frequentemente, com constantes sentimentos de impotência na abordagem eficaz dos determinantes económicos e sociais de saúde. É que não existem soluções médicas para questões como: o isolamento/exclusão social, desemprego, pobreza, falta de meios e de literacia. E estes fatores impactam, e muito, o bem-estar e a resiliência dos indivíduos, e das suas famílias.  

A prescrição social é uma nova maneira de pensar a saúde. À semelhança da prescrição médica, os profissionais de saúde podem referenciar os utentes, de forma personalizada, para projectos e instituições existentes na comunidade, que prestam serviços não clínicos, para que possam complementar, ou até mesmo substituir, alguns tratamentos. Assim, a receita ou prescrição social pode incluir: juntar-se a um coro; aulas de dança, nutrição, culinária ou português; voluntariado; jardinagem; visitas a parques e museus; mentoria ou grupos de apoio; audição de playlists, exercício físico; desporto e outras atividades.

Os primeiros programas começaram no Reino Unido e nos Estados Unidos. Ganharam reconhecimento internacional e, agora, expandem-se mundialmente. Na província do Ontário, Canadá, o projeto piloto iniciou-se há 4 meses, e incluiu uma parceria, entre os serviços de saúde e vários museus, que ofereceram cerca de 5000 passes (cada um para 4 pessoas). Em Portugal, a unidade de saúde familiar (USF) da Baixa, em Lisboa, também lançou, em setembro de 2018, o seu projeto piloto de prescrição social.

O conceito é recente e, por isso, apresenta diferentes definições e modelos de funcionamento consoante o país, e respetivos sistemas de saúde.  Os estudos, apesar de escassos, apresentam resultados promissores. Esta receita social pode trazer benefícios para todos: utentes, profissionais (e sistemas) de saúde e comunidade. Para o indivíduo salienta-se que: o suporte social de uma rede de apoio poderá traduzir-se na melhoria da sua saúde global; cresce um sentimento de pertença e de valorização pela oportunidade de contribuírem para a comunidade onde estão integrados; tornam-se fisicamente mais ativos, psicologicamente mais capacitados e assumem maior responsabilidade pela gestão da sua saúde, melhorando o grau de literacia. Os profissionais e os sistemas de saúde otimizam a sua utilização (redução da procura injustificada) e referenciam os utentes para parceiros comunitários, que oferecem respostas já organizadas para muitas das necessidades sociais. A comunidade, por sua vez, amplia e fortalece os seus recursos, ajuda na identificação de lacunas, planeia e desenvolve soluções.

Em conclusão, a prescrição social (e cultural) poderá ter um impacto significativo na perspetiva abrangente de saúde pública global. Confiaremos na sensibilidade dos decisores. Que a divulgação desta ideia possa mobilizar a vontade política para facilitar ações e colaborações intersectoriais, e construir uma comunidade mais resiliente, saudável e feliz.

publicado por carinafreitas às 17:26 link do post
31 de Dezembro de 2018

Listagem e links de todos os artigos de opinião publicadas no Jornal da Madeira no ano de 2018:

21 de janeiro de 2018

A Medicina das Artes Performativas

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/927/A_Medicina_das_Artes_Performativas

 

18 de fevereiro de 2018

A Perturbação do Espectro do Autismo e a vacinação

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1012/A_Perturbacao_do_Espectro_do_Autismo_e_a_vacinacao

 

18 de marco 2018

As capacidades musicais dos indivíduos com autismo

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1105/As_capacidades_musicais_dos_individuos_com_autismo

 

15 de abril de 2018

Musicoterapia em Portugal: Madeira pioneira na formação

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1197/Musicoterapia_em_Portugal_Madeira_pioneira_na_formacao

 

13 de maio de 2018

As potencialidades da Medicina Gráfica

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1284/As_potencialidades_da_Medicina_Grafica

 

10 de junho de 2018

Por esse mundo além…em Toronto!

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1373/Por_esse_mundo_alem_em_Toronto

 

8 de julho de 2018

O estigma da doença mental

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1458/O_estigma_da_doenca_mental

 

5 de agosto de 2018

Gratidão: a receita para a felicidade

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1544/Gratidao_a_receita_para_a_felicidade

 

2 de setembro 2018

Consegues ler os meus pensamentos?

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1634/Consegues_ler_os_meus_pensamentosf

 

30 de setembro de 2018

Síndrome do Coração Partido: Morrer com a “mão no coração”

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1722/Sindrome_do_Coracao_Partido_morrer_com_a_mao_no_coracao

 

28 de outubro de 2018

O sonho comanda a vida

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1817/O_sonho_comanda_a_vidac

 

25 de novembro de 2018

Musicoterapia Neurológica: o seu papel na reabilitação

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1906/Musicoterapia_Neurologica_o_seu_papel_na_reabilitacao

 

23 de dezembro de 2018

A essência do espírito de Natal

https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/1998/A_essencia_do_espirito_de_Natal

publicado por carinafreitas às 17:30 link do post
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